Hoje, sempre...
Entre sons, cheiros e sentimentos
cresce ainda mais o amor
a cada riso; a cada alento
na alegria ou na dor
somos mistura de vozes que não demora
desvelar o encanto do encontro primeiro
naquela manhã preciosa na escola
do eterno beijo passageiro
lembro sempre; lembro-me dela
do beijo de teus lábios
seja na mente ou na janela
seja na efemeridade de giz
ou na verdade dos sábios
o meu amor é sempre Ana Beatriz
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Poema do dia-a-dia
Cotidiano
Chego a casa e mal posso esperar
a ardente devoção pujante
de minha amada esposa
para o seu esposo amante
que a saudade não deixe findar
a imensa vontade de receber
a felicidade de ter você
quando a casa regressar
junto ao sol no poente
já a vejo olhando-me na janela
com todo amor que sente
e em todo amor que diz
na forma mais singular e bela
o ser de Ana Beatriz.
Chego a casa e mal posso esperar
a ardente devoção pujante
de minha amada esposa
para o seu esposo amante
que a saudade não deixe findar
a imensa vontade de receber
a felicidade de ter você
quando a casa regressar
junto ao sol no poente
já a vejo olhando-me na janela
com todo amor que sente
e em todo amor que diz
na forma mais singular e bela
o ser de Ana Beatriz.
Ao meu bem-querer
Doce lembrança
Ao doce mar azul, luz da manhã
ao teu lado num delicioso mistério
da perfeita união do mais quero
sentir na boca o gosto do teu romã
Suave, singelo, o mastro de tua forma
feito porto das mais belas frutas
esta árvore que tudo transforma
o sucesso final de nossas lutas
ao passar formosamente por mim
toda parte rubra de teu corpo
dá sentido a minha vida o teu sim
Romã, planta punicácea feliz
permitiu que acordasse desse sonho torpo
amalgando a mim a luz de Ana Beatriz!
Escrevi esse poema para minha esposa, referência em minha vida. Já escrevi outros e não irá parar neste, pois os fatos, os acontecimentos, tudo é história; história viva, intensa e dinâmica.
Hoje, numa tarde de primavera, quente com névoa úmida, cá estou pensando nela, nos teus contornos, na tua forma suave, singela...
Aos poucos, o sol, a luz da manhã, reflexo de teus olhos, irrompe o firmamento sem pedir licença; magistralmente invade as horas sustentando o ar que respiro, o fim de minha sede e o brilho de meus olhos.
Obrigado, amálgama de minha vida, fonte de toda inspiração!
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